Adriano Sena
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GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
Adriano Sena - Profissional de RH
Melhores em RH

Recursos Humanos
Os profissionais de RH mais admirado

Vencedores de premiação deste ano mostram a importância de associar crenças e valores à estratégia do negócio.

A Gestão & RH, por meio de sua publicação especializada no setor de recursos humanos, escolheu neste mês de junho os melhores profissionais da área no ano. Lilian Guimarães, do Santander, e Wagner Brunini, da Basf, foram escolhidos os vencedores.

“O papel de RH deve ser de ‘facilitador’ do processo de gestão. Acredito que o desenvolvimento das equipes é responsabilidade dos líderes. Nós, em RH, temos de conhecer os negócios e ajustar nossas entregas ao plano estratégico. Além disso, colaborar para que os indivíduos se sintam melhores como pessoas e, consequentemente, como colaboradores”, conta Liliam Guimarães, diretora-executiva de recursos humanos para o Grupo Santander Brasil. O seu principal desafio é a integração dos bancos Santander e Real.

“A participação e o envolvimento de todos os diretores demonstram que procuramos construir um grupo que considera o melhor de todas as suas empresas, inclusive os dois bancos. Não foi simplesmente uma aquisição, em que apenas uma cultura predomina”, afirma Lilian. Ela lembra, também que “Nosso Compromisso” foi desenvolvido pelos 26 integrantes da diretoria executiva do Grupo, ao longo de vários meses.

“O profissional de RH está cada vez mais ao lado de cada gestor, participando ativamente da definição e implementação das estratégias de gestão de pessoas. Sendo assim, cada vez mais, a área de RH está se tornando estratégica no dia-a-dia da empresa”, ressalta Wagner Brunini que ocupa o cargo de diretor de Recursos Humanos da América do Sul do Grupo Basf, onde está há 26 anos.

“O que mais valorizo da minha atividade como gestor é o aprimoramento da capacidade de motivar pessoas e contribuir com o desenvolvimento de seu potencial. Acho, também, que uma conduta louvável que internalizei é a crença inabalável nos resultados positivos, sem receio de possíveis fracassos.”, declara Brunini. “Um bom ambiente é a base para o desempenho favorável das atividades de trabalho e para o alcance dos resultados”, finaliza.

 

Fonte: Gestão & RH (http://www.gestaoerh.com.br/)
HSM Online
29/06/2009


Lucratividade 2009
F. Reichheld | Lealdade: a chave do sucesso


O sócio da consultoria Bain & Company, Frederick Reichheld, fez a sua apresentação reforçando a importância de tratar os clientes e “funcionários como você gostaria de ser tratado”. 


Leia maisSatisfação garantida ou futuro sombrio

A regra de ouro para um negócio se manter lucrativo e com um crescimento orgânico é: trate os clientes e funcionários como você gostaria de ser tratado. Parece simples, mas a questão da lealdade pode determinar a sobrevivência de uma organização.

O sócio da consultoria Bain & Company, Frederick Reichheld, apresentou o seu conceito inovador durante o Fórum Mundial de Lucratividade na primeira palestra da tarde do dia 24 de março, no teatro Alfa, em São Paulo.

Para o especialista, uma grande companhia não funciona sem a lealdade de seus clientes e funcionários. “É impossível desenvolver um negócio lucrativo sem conseguir esse tipo de relação com o consumidor e com sua própria equipe”, ressalta e acrescenta: “mas a maioria dos administradores só sabe pensar em termos de crescimento medido pelos resultados financeiros”.

O consultor citou uma pesquisa da Bain & Company, feita com centenas de CEOs em todo o mundo para mostrar como as empresas se iludem em relação à satisfação do consumidor. No levantamento, perguntou-se aos presidentes se acreditam proporcionar uma experiência fora de série a seus clientes. A grande maioria disse sim: 80%. Por outro lado, quando a pergunta foi feita para os compradores, apenas 8% afirmaram que isso era verdade.

De acordo com Reichheld, essa discrepância de percepção ocorre porque os executivos desconsideram o fator lealdade da equação de crescimento. Poucas companhias têm foco na satisfação. Além disso, não há sistemas consolidados que façam a medição desse índice. 

Em geral, as corporações concentram seus esforços num tipo de desenvolvimento dos negócios mensurado pela contabilização de resultados financeiros. “Nesse caso, o diretor financeiro praticamente controla a maneira como a empresa age e pensa.”

O consultor explica que esse tipo de foco acaba por gerar distorções prejudiciais ao crescimento da empresa a médio e longo prazos. E pode, inclusive, acabar por comprometer o futuro do negócio, se a companhia resolver adotar medidas unilaterais para faturar mais. O palestrante desenvolveu um conceito que chamou de ‘lucro ruim’, ou seja, aquele tipo de ação que pode até trazer retorno financeiro, mas abala a imagem da marca junto ao cliente.

“O lucro abusivo faz com que as pessoas odeiem sua empresa”, alerta Reichheld. Ele cita como exemplo a própria experiência em um hotel. O consultor, ao fechar a conta observou que a conta telefônica tinha ficado mais cara que a diária. O estabelecimento estava cobrando 5 libras por minuto ou duzentas vezes mais caro que linha fixa. “O próprio funcionário, nesses casos, fica constrangido e desanimado quando a empresa usa esse tipo de lucro ruim. Esse expediente extrai a energia dos empregados.”

Reichheld continuou, na palestra, a listar outros exemplos de lucros ruins:

• bancos que cobram 35 dólares a cada cheque devolvido, 
• operadoras de celular que exigem contratos de dois anos e 
• companhias aéreas que chegam a cobrar 100 dólares apenas para remarcar a passagem. 

Para o pesquisador, além de irritar o cliente, o próprio funcionário fica reticente: “ninguém quer trabalhar em uma empresa que promove políticas abusivas”.

Os estudos do especialista mostram que as empresas com maior índice de lealdade crescem em média 260% comparativamente mais que seus concorrentes. Segundo Reichheld, há quatro blocos básicos para a construção do crescimento orgânico baseado na lealdade dos clientes: o cliente fiel compra e volta a comprar; adquire linhas adicionais (compram mais); recomenda a seus amigos (trazem novos clientes); dão feedback construtivo e gratuito (investem seu próprio tempo para aprimorar o produto/serviço).

O palestrante citou cases de empresas que vêm se beneficiando do foco na lealdade do cliente e dos funcionários. Os consumidores nesse caso se tornam “vendedores” da marca. Exemplos são: a cadeia de fast food Chick-Fil-A, especializada em sanduíches de frango, que tem mais de 1300 lojas no EUA e continua a ganhar fatias de mercado.

A empresa tem uma das mais baixas taxas de giro de funcionários do mercado. No ano passado, apenas 3% de renovação. O baixo índice de rotatividade, entre outros casos, explica-se pela política de relacionamento da companhia com a equipe de trabalho. Os gerentes, por exemplo, chegam a ganhar mais de três vezes o salário de concorrentes, como McDonalds.

Uma empresa que sempre apostou na lealdade é a Enterprise Rent-A-Car, a maior empresa de aluguel de carros do mundo. Tem uma frota de 1 milhão de carros hoje. “Quando a conheci era uma pequena empresa de nicho concorrendo contra gigantes como Hertz e Avis. Mas a companhia tornou a satisfação do consumidor um fator essencial do negócio e desenvolveu um mecanismo eficiente para medi-la. E atrelou recompensas para a equipe a metas que levavam em conta o nível de experiência que seus clientes.”

A marca de motos Harley Davidson também está nessa lista. Os diretores se orgulham de ter um dos maiores índices de lealdade do setor. “Nós temos uma grande porcentagem de clientes que tem nossa marca tatuada em seu corpo”, alardeiam no próprio relatório anual da companhia.

Fred Reichheld resumiu a importância da lealdade em um conselho: “pensem nessa questão não só como economia da lealdade, mas em como transformar seu cliente em vendedor sem precisar pagar salário! Eles vão trazer outros clientes e assim num ciclo orgânico.”


HSM Online
24/03/2009


“Recomendo este profissional pelo amor que tem pelo seu trabalho. Em todas as reuniões sempre imperava o respeito pelo próximo e o amor pela profissão que escolheu. Ao longo de meus 57 anos de vida e 35 de profissão posso apresentar este jovem como o melhor RECURSOS HUMANOS que já vi atuando. Integro, honesto, respeitoso, estratégico, humilde e conhecedor da área. sua história de vida, mostra que Deus dá a todos a mesma oportunidade, basta querer ser alguém na vida e este jovem, aguarrou a oportunidade com todas as forças. Portanto Srs., recomendo, oriento e indico o Sr. Adriano Sena, como Gestor de RH. *ps: Adriano, como sempre disse, você é o filho que nunca tive. Continue trabalhando como sempre trabalhou e acima de tudo, seja o que sempre foi sem esquecer as suas raízes. Fique com Deus. Sucesso sempre. Dr. Claudio Ocn

 2 de marzo de 2010

Sus mejores cualidades: Grandes resultados, Buena calidad-precio, Gran integridad

ha contratado a Adriano como Abogado el 2009, y ha contratado a Adriano más de una vez

“Tive a oportunidade de acompanhar o excelente trabalho que o Adriano desenvolveu na Repom, como Gestor de RH, sempre focado em atender os interesses da empresa, mas sem deixar de lado as necessidades de seus funcionários. Sua competência e conhecimento estão perfeitamente evidenciados na sua trajetória profissional de grande sucesso.” 

20 de diciembre de 2009

José Eduardo Bueno de Camargo, Coordenador de Desenvolvimento de Sistemas, Repom S.A.
ha trabajado directamente con Adriano en Repom S/A

“Adriano is a detail-oriented manager who watches the balance sheet like a hank without losing sight of the strategic objective. He is a hard worker and has domonstrated strong commitment alligned to the company objectives.” 

9 de noviembre de 2009

Vicente Alves Batista Junior, Account Executive, Repom S.A.
ha trabajado con Adriano en Repom S/A

“Adriano é um profissional muito competente como Gestor de RH, principalmente na redução e controle de custos assim como elaboração de procedimentos internos.” 

7 de noviembre de 2009

José Fernando Ferreira de Abreu, Project Manager, Repom
ha trabajado directamente con Adriano en Repom S/A

“Adriano, Me pareceu ser um seguro gestor de recursos humanos, exigente, comprometido e pontual nos interesses da empresa e dos funcionários também. Com certeza foi um dos melhores gestores de Recursos Humanos que eu vi trabalhando em toda minha vida.” 

30 de octubre de 2009

Daniel Da Cunha Bueno, WEB DEVELOPER, REPOM
ha trabajado con Adriano en Repom S/A

“Recomendo o Adriano por seu currículo... João Carlos” 

29 de octubre de 2009

Sus mejores cualidades: Grandes resultados, Gran integridad, Creativo

ha contratado a Adriano como Recursos Humanos el 2009


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